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CEHMOB-MG desenvolve nova identificação para as pessoas com doença falciforme

Ismael dos Anjos
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Carteira da Pessoa com Doença Falciforme está em fase de distribuição

Belo Horizonte (27/04/09) - O Centro de Educação e Apoio para Hemoglobinopatias (CEHMOB-MG) produziu, no fim do ano passado, 7.500 novas carteiras de identificação para as pessoas com doença falciforme. Desenvolvidas pelo Setor de Comunicação e Divulgação do Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico (NUPAD), a iniciativa teve ainda o apoio da Secretaria de Estado da Saúde de Minas Gerais e da Fundação Hemominas, órgão responsável pelo tratamento e acompanhamento das pessoas com doença falciforme em Minas Gerais e que - desde o início de 2009 - tem distribuído a nova identificação para os pacientes.

Voltado especificamente para a pessoa com doença falciforme, o novo modelo de identificação é composto por várias fichas com dados e informações importantes para o acompanhamento dos pacientes, encartadas em uma carteira de courvin. Segundo Valéria de Abreu e Silva, supervisora técnica do CEHMOB-MG, a proposta era confeccionar uma carteira mais completa e funcional que o cartão de identificação utilizado anteriormente – igual ao de todos os outros pacientes da Fundação Hemominas. “Nós mantivemos as informações sobre exames e para a identificação dos pacientes, mas agora a carteirinha está melhor. Colocamos o telefone do CEHMOB Atende - nosso call center, e os endereços e informações completas sobre associações de pacientes e de todas as Unidades da Fundação Hemominas em que o tratamento é realizado, por exemplo”.

De acordo com Roberta Carvalho, técnica especialista em políticas de gestão em saúde da Fundação Hemominas e responsável pela distribuição, os profissionais de saúde e pacientes têm se mostrado satisfeitos com a novidade. “Distribuímos a carteira para todas as Unidades que têm ambulatório, e na medida em que os pacientes vão às consultas, elas estão sendo preenchidas e entregues, substituindo a identificação antiga”, explicou. Até o fim de março, cerca de 5% das carteiras já haviam sido distribuídas.