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Belo Horizonte (16/09/09) - O V Simpósio Brasileiro de Doença Falciforme e outras Hemoglobinopatias, promovido em Belo Horizonte entre os dias 03 e 07 de outubro de 2009, teve o prazo para inscrições prorrogado. Organizado pelo Centro de Educação e Apoio para Hemoglobinopatias (Cehmob-MG) com o apoio do Ministério da Saúde do Brasil, da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), da Universidade Federal de Minas Gerais – através do Núcleo de Ações e Pesquisa em Apoio Diagnóstico (Nupad/FM/UFMG)- e da Fundação Hemominas, o evento receberá novos registros até o próximo dia 23 de setembro, quarta-feira da próxima semana.
Realizado no Minascentro, o V Simpósio será precedido pelo Encontro Pan-Americano para Doença Falciforme - OPAS / OMS, e contará com ampla participação internacional - os principais especialistas do mundo em doença falciforme têm presença confirmada. A programação do evento contempla os principais temas relativos ao contexto atual da doença falciforme, com ênfase particular em pesquisas científicas inovadoras e nos avanços para o tratamento clínico e acompanhamento da doença. Em missão à capital mineira na última semana, o pediatra e pesquisador radicado nos Estados Unidos Kwaku-Ohene Frempong, presidente da Sickle Cell Foundation of Ghana (Fundação de Doença Falciforme de Gana) e uma das principais referências em doença falciforme no mundo, ponderou sobre as expectativas que cercam o evento. “Com a abrangência das várias linhas de pesquisa que comporão o evento, este será o maior encontro mundial em doença falciforme em 2009”.
A Coordenação do V Simpósio salienta ainda que as inscrições devem ser efetivadas de forma antecipada, uma vez que não haverá a possibilidade de novos registros no local do evento. Para realizar a inscrição ou obter mais informações, acesse o site oficial do V Simpósio Brasileiro de Doença Falciforme e outras Hemoglobinopatias: www.cehmob.org.br/simposio.
Doença genética com maior incidência entre a população brasileira, a doença falciforme é considerada uma questão importante no contexto da saúde publica nacional. Em Minas Gerais, Estado em que o diagnóstico precoce da doença entre os nascidos vivos é de responsabilidade do Nupad, uma em cada 1.400 crianças nascidas vivas possui a doença. Estima-se, ainda, uma em cada 30 pessoas no Estado seja portadora do traço falciforme, gene responsável pela manifestação da doença.