Notícias | A procura por helicóptero desaparecido com 4 ocupantes em São Paulo completa uma semana.

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A procura por helicóptero desaparecido com 4 ocupantes em São Paulo completa uma semana.


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A procura por helicóptero desaparecido com 4 ocupantes em São Paulo completa uma semana.

Uma aeronave com quatro pessoas a bordo desapareceu durante um voo de São Paulo para Ilhabela, no Litoral Norte do estado. As buscas estão sendo realizadas pela Força Aérea Brasileira (FAB) e tiveram que ser interrompidas temporariamente devido ao mau tempo. Até o momento, nada foi encontrado. A aeronave desaparecida é um helicóptero modelo Robinson 44, que exige treinamento prévio para sua operação.

A FAB está utilizando um avião e um helicóptero para sobrevoar a região e procurar por qualquer sinal da aeronave perdida. Até o momento, foram cumpridas 37 horas de busca em uma área de 5 mil quilômetros quadrados. O avião da FAB está decolando e reabastecendo em São José dos Campos e a tripulação está se revezando para cobrir a região de Caraguatatuba.

Os ocupantes do helicóptero são duas mulheres, Luciana, de 45 anos, e sua filha Leticia, de 20 anos, além do empresário Raphael Torres. Eles estavam indo para Ilhabela em um passeio não contratado, mas organizado por Raphael, que é amigo do piloto. Até o momento, não há pistas sobre o paradeiro da aeronave ou dos passageiros.

Antes de desaparecer, Leticia enviou um vídeo para o namorado mostrando o voo e mencionando que o tempo estava ruim, com muita neblina e visibilidade ruim. Porém, esse foi o último contato feito pela jovem.

No último domingo (31), um piloto e outras três pessoas estão desaparecidas após o helicóptero em que estavam perder contato com a torre. A identidade do piloto não foi divulgada oficialmente, mas foi apurado que se trata de Cassiano Tete Teodoro, de 44 anos.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) revelou que Cassiano tinha um histórico problemático. Em 2019, ele foi flagrado em uma ação de fiscalização no aeroporto Campo de Marte, onde chegou a jogar o helicóptero que pilotava contra um servidor da Anac. Em setembro de 2021, sua habilitação foi cassada devido a uma conduta grave de fraude.

Quando a habilitação é cassada, o piloto perde seu registro de voo e fica dois anos sem histórico na aviação. Para retomar a licença, é necessário refazer todos os cursos formativos. Cassiano concluiu os cursos necessários em outubro de 2023 e solicitou uma nova licença, seguindo os protocolos da Anac.

No entanto, mesmo com a nova licença, Cassiano não possui autorização para realizar voos remunerados, como o táxi aéreo. Isso significa que seu envolvimento em voos pagos classificar-se-ia como Transporte Aéreo Clandestino (TACA).






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