Notícias | Denúncia de violência psicológica e humilhações no casamento são feitas pela ex-mulher do Coronel Feitosa, enquanto o deputado nega as acusações.

| Denúncia de violência psicológica e humilhações no casamento são feitas pela ex-mulher do Coronel Feitosa, enquanto o deputado nega as acusações. |

Denúncia de violência psicológica e humilhações no casamento são feitas pela ex-mulher do Coronel Feitosa, enquanto o deputado nega as acusações.


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Denúncia de violência psicológica e humilhações no casamento são feitas pela ex-mulher do Coronel Feitosa, enquanto o deputado nega as acusações.

Alberto Feitosa, deputado estadual, foi acusado por sua ex-esposa, Adriana Bacelar, de violência doméstica e humilhação psicológica. Adriana relatou que durante o relacionamento, Feitosa a menosprezava constantemente e a impedia de participar de eventos acompanhando-o. Ela também mencionou que as humilhações se intensificaram após Feitosa assumir um cargo público em Pernambuco.

Adriana afirmou que as agressões psicológicas tiveram um impacto duradouro em sua vida, resultando em depressão e uma série de tratamentos psicológicos. Ela decidiu se separar de Feitosa em 2015. O caso está atualmente sendo investigado na 1ª Delegacia de Polícia da Mulher, em Recife.

Em resposta às acusações, Alberto Feitosa negou as alegações de Adriana e afirmou que ela o acompanhou em vários eventos, citando fotos que foram postadas na mídia. O advogado de Adriana explicou que ela não nega ter tido uma vida pública com Feitosa em um determinado momento, mas assegura que o tratamento abusivo começou em um período posterior.

Além das acusações de violência psicológica, Adriana também denunciou Feitosa por violência patrimonial. Ela solicitou uma medida protetiva com base na Lei Maria da Penha, que foi concedida pela Justiça em dezembro de 2023. A denúncia envolveu supostamente uma invasão por parte de Feitosa em uma casa de Adriana no litoral de Pernambuco.

O juiz da 3ª Vara de Família determinou que Feitosa desocupe a residência. Por sua vez, o parlamentar afirmou que a propriedade é compartilhada e que não deveria ser acusado de invasão.

Um deputado foi acusado de invadir a casa de praia de sua ex-esposa, enquanto ela estava fora, acompanhando o pai no hospital. A mulher afirmou que o deputado andava armado e colocou seguranças para ocupar a residência. Depois disso, ele retirou todos os pertences pessoais dela da casa e entregou em seu novo apartamento no Recife.

A mulher denunciou o caso à Delegacia da Mulher e a polícia pediu uma medida protetiva em seu favor, solicitando a suspensão do porte de arma do deputado. A decisão judicial determinou que o deputado mantenha uma distância mínima de 300 metros da ex-esposa e de testemunhas, além de proibi-lo de se comunicar com ela.

Também foi exigido que o deputado apresentasse uma lista das armas de sua posse, mas ele não cumpriu essa determinação. A defesa do parlamentar alegou que a casa de praia é de propriedade compartilhada e, por isso, ele teria o direito de ocupá-la.

O deputado negou as acusações e afirmou que é vítima de violência patrimonial por parte da ex-esposa. Ele comunicou ao condomínio que a casa passaria a ser sua residência oficial.






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